Na tarde do dia 25 de fevereiro, a Vereadora Psicóloga Tanise Sabino recebeu em seu gabinete na Câmara Municipal de Porto Alegre a ativista Gisele Severo, cofundadora do Projeto Vozes e da ABRASES – Associação Brasileira dos Sobreviventes Enlutados por Suicídio.
O encontro foi marcado por uma conversa sensível e propositiva sobre prevenção do suicídio, acolhimento de enlutados e a importância de ações conjuntas entre o poder público e a sociedade civil para fortalecer essas pautas tão urgentes.
Tanise e Gisele se conheceram em janeiro deste ano, durante a Caminhada do Janeiro Branco, promovida pela vereadora no Brique da Redenção. Desde então, a aproximação entre os dois trabalhos vem se fortalecendo.
Durante a reunião, Gisele apresentou os eixos de atuação da ABRASES e os projetos desenvolvidos pelo grupo de sobreviventes e familiares. Entre as ideias discutidas, estão a criação de uma cartilha de prevenção ao suicídio, auxílio na finalização do documentário Projeto Vozes com histórias de superação e acolhimento e a busca por um espaço junto à Prefeitura para realização de grupos de apoio aos enlutados por suicídio.
“A escuta da sociedade civil é essencial para construirmos políticas públicas mais humanas e eficazes. A Gisele traz uma vivência potente e um trabalho transformador. Nosso mandato está à disposição para colaborar e fortalecer essas ações, porque saúde mental é prioridade e acolhimento é um direito”, destacou a vereadora Tanise Sabino.
Gisele Severo agradeceu o acolhimento e ressaltou a importância de abrir portas no poder público para temas que ainda enfrentam tabu e silêncio.
“Falar sobre suicídio ainda é difícil, mas necessário. Nossa luta é para que ninguém sofra sozinho e para que famílias enlutadas tenham onde ser acolhidas. Encontrar na vereadora Tanise uma escuta verdadeira e uma aliada nos dá esperança de que é possível transformar dor em cuidado coletivo”, afirmou Gisele.
25O encontro reforça o compromisso do mandato da vereadora Tanise Sabino com a saúde mental, a escuta ativa da população e a construção de redes de apoio com base na empatia, ciência e cidadania.


