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Cosmam aborda impacto da enchente na saúde mental da população

20 de maio de 2025
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A Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre tratou na manhã desta terça-feira (20) do impacto da enchente de maio de 2024 na saúde mental da população da Capital. A reunião foi proposta e conduzida pela presidente da comissão, vereadora Psicóloga Tanise Sabino (MDB). Ela destacou a magnitude do evento e seus impactos em diversos âmbitos, inclusive psicológico, e defendeu a necessidade de reconstrução emocional, além da física: “O RS nunca mais será o mesmo, praticamente todos os municípios gaúchos foram atingidos”.
O coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Trauma e Estresse da PUCRS, Christian Haag Kristensen, destacou que fatores como perda de moradia, rompimento do apoio social e pressões financeiras aumentam o risco para problemas de saúde mental. Ele afirmou que a enchente configura um trauma coletivo, e que a maior parte das pessoas se comporta de forma resiliente, mas uma parcela da população acaba apresentando sintomas de transtornos mentais após eventos traumáticos: “A exposição ao desastre é um fator de risco para o desenvolvimento de problemas psicológicos importantes”.
Ele ressaltou que mesmo anos após o evento traumático, os transtornos podem persistir em parte da população diretamente afetada: um estudo feito em Nova Orleans, nos Estados Unidos, mostrou que a taxa de problemas psicológicos dobrou após o furacão Katrina. Doze anos após a tragédia, uma a cada seis pessoas permanecia com sintomas de estresse pós-traumático: “Para um grupo significativo de pessoas, os efeitos são de longo prazo”. O pesquisador destacou, ainda, que os problemas de saúde mental associados a um evento como a enchente têm alto custo econômico para a sociedade.
Kristensen informou que existem teorias e protocolos que podem ser aplicados em situações como a enchente, e mostrou o trabalho realizado em Santa Maria, após o incêndio da boate Kiss. Ele descreveu diversas ações de auxílio na área da saúde mental no contexto das enchentes, como o esforço por disseminação de conhecimento e capacitação de profissionais para intervenção em saúde mental, com primeiros cuidados psicológicos: “Temos que ter cuidado para não patologizar o que não é um problema, e sim uma reação natural” a um evento impactante. Também apresentou projetos de pesquisa e de assistência, com a abertura, no segundo semestre, de um ambulatório na PUCRS que irá acolher pessoas impactadas pela enchente, com previsão de 200 atendimentos por mês.
Ecopsiquiatria
A presidente da Associação de Psiquiatria do RS, Ana Cristina Tietzmann, apresentou a perspectiva da ecopsiquiatria, uma investigação de como o ambiente natural e as mudanças climáticas afetam a saúde mental a partir da compreensão da relação entre a mente humana e o planeta e da interdependência entre o ser humano e o ambiente externo: “A divisão entre mente e corpo é algo ultrapassado”.
“Ao mesmo tempo em que avançamos muito em termos de desenvolvimento e bem-estar, estamos perdendo muito da saúde do planeta, em termos ecológicos”, o que fica claro pelo aumento da incidência de eventos climáticos extremos, afirmou Tietzmann. Ela destacou a ansiedade relacionada às mudanças climáticas e apontou a existência do negacionismo: “Muita gente opta por não querer saber, só que isso é pior ainda”.
A psiquiatra afirmou que há diversas evidências de que desastres afetam a saúde mental, e que muitas pessoas podem adoecer um, dois ou três anos após o evento. Tietzmann defendeu a qualificação de recursos humanos para enfrentamento dos desastres climáticos.
Atendimentos após a enchente
Giovana Gomes da Silva, coordenadora da área de regulação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), disse que ainda não há impacto da enchente nos números de atendimentos em saúde mental. Ela ressaltou, todavia, que, conforme a fala dos especialistas presentes na reunião, o aumento pode ocorrer nos próximos anos. Comparando dados atuais com os do período anterior à enchente, houve uma diminuição na procura, devido a problemas de acesso, como o fechamento de unidades de saúde. Ela também atribuiu a redução a uma negação de problemas.
De acordo com a coordenadora, os dados evidenciam uma migração: há mais pessoas procurando a rede de pronto atendimento, e não os Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Na área de internação, os dados não mostram um aumento de pacientes diagnosticados com depressão. Por outro lado, houve aumento nos números de pacientes com lesão autoprovocada.
Catia Stein, coordenadora da área de urgência da SMS, afirmou que, em 2024, houve um aumento significativo de atendimentos de emergência associados a álcool e drogas, em especial de pacientes menores de 18 anos. A coordenadora de Atenção à Saúde Mental de Porto Alegre, Marta Fadrique, afirmou que há impacto na área, mas não há evidências de aumento significativo no número de casos de transtorno de estresse pós-traumático. As representantes da SMS destacaram, ainda, que a Prefeitura irá abrir, no segundo semestre, cinco novos Caps.
Texto
João Flores da Cunha (reg. prof. 18241)
Edição
João Flores da Cunha (reg. prof. 18241)

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