• Home
  • Conheça a Vereadora
    • Biografia
    • Missão, Visão e Valores
    • Nossa Gestão
    • Palestras e Cursos
    • Campanhas
      • Janeiro Branco – Promoção da saúde mental
      • Maio Verde – Conscientização sobre a esquizofrenia
      • Maio Laranja – Combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes
      • Junho Laranja – Prevenção de queimaduras
      • Setembro Amarelo – Prevenção ao suicídio
      • Setembro Verde – Incentivo a doação de órgãos
      • Outubro Rosa – Prevenção do câncer de mama
      • Campanha de Valorização da Vida
  • Atividade Parlamentar
    • Leis
    • Projetos de Lei
    • Indicativos
    • Emendas
    • Frentes Parlamentares
    • COSMAM
    • Requerimentos
Site logo
Sticky header logo
Mobile logo
  • Projetos Sociais
    • Acerte na Entrevista e no Currículo
    • Colo de Mãe
    • Prevenção e Tratamento de Dependência Química
    • Voluntariado na Educação
      • Educação Infantil
      • Ensino Fundamental e Médio
      • Educação Superior
  • Notícias
  • Acesse Agora
    • Artigos & Publicações
    • Download
    • Ebooks
    • Ajuda Psicológica
    • Banco de Ideias
    • Janeiro Branco 2023
  • Fale Conosco
PrevFeira “Dorcas – Mulheres que Transformam” inicia na Câmara de Vereadores03 agosto 2026Next25ª edição do curso “Acerte na Entrevista e no Currículo” é realizada com jovens da Oficina do Pão13 agosto 2026

Tanise Sabino é proponente da pauta na cosmam sobre integração entre saúde, educação e assistência social nas escolas 

11 de agosto de 2026
  • Facebook
  • WhatsApp
  • Telegram
  • Twitter
  • Gmail

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente (COSMAM) da Câmara Municipal de Porto Alegre debateu, na manhã desta terça-feira, 11 de agosto, a integração das políticas públicas de saúde mental, neurodesenvolvimento e educação inclusiva. Proposta pela vereadora Psicóloga Tanise Sabino (MDB), a reunião teve como foco o funcionamento do programa Incluir + POA e dos Centros de Avaliação Multidisciplinar Educacional (CAMEs), além dos desafios para garantir que crianças e adolescentes tenham acesso a uma rede de atendimento articulada entre saúde, educação e assistência social.

Ao propor a pauta, Tanise destacou que as diferentes áreas precisam atuar de forma integrada para que as necessidades dos estudantes sejam identificadas e acompanhadas de maneira integral. “Quando falamos de saúde mental, neurodesenvolvimento e educação inclusiva, estamos falando de temas que não podem ser tratados de maneira isolada. Saúde, educação, assistência, família e escola precisam conversar entre si”, afirmou.

A vereadora ressaltou ainda que os quatro CAMEsprevistos para Porto Alegre já estão em funcionamento e que, neste momento, é necessário acompanhar sua dinâmica. Segundo ela, o objetivo da reunião foi entender, na prática, quantas crianças já foram avaliadas, como está o tempo de espera, se as famílias em situação de vulnerabilidade estão conseguindo acessar os serviços e de que maneira as avaliações realizadas chegam às escolas.

“Os quatro CAMEs já estão abertos. Isso é uma conquista importante. Mas agora precisamos olhar para os resultados. Quantas crianças já foram avaliadas? Qual é o tempo de espera? Os encaminhamentos estão acontecendo de forma adequada? As famílias estão recebendo orientação? E, principalmente, aquilo que é identificado no CAME está chegando à escola e se transformando em estratégias concretas de inclusão e aprendizagem?”, questionou Tanise.

Incluir + POA amplia equipes de apoio nas escolas

A diretora-executiva da Associação Brasileira de Educação, Saúde e Assistência Social (ABESS), Laura de Andrade, apresentou aos vereadores o trabalho desenvolvido pela instituição no programa Incluir + POA. A entidade atua em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Smed) desde 2023, após um processo de contratação que envolveu cinco lotes para atendimento das diferentes regiões da cidade.

Segundo Laura, a atuação nas escolas começou em 2024 e atualmente reúne cerca de 1,1 mil colaboradores em Porto Alegre. São 876 agentes de educação inclusiva, além de psicólogos, assistentes sociais, fonoaudiólogos e psicopedagogos que integram as equipes multidisciplinares.

Laura destacou que a educação inclusiva não pode ser pensada somente a partir da presença de um profissional de apoio em sala de aula. “A gente precisa pensar que hoje não fazemos inclusão sem a saúde e a assistência social. A escola não vai dar conta de terapia, porque a escola não é terapia. Ela está ali para dar o apoio educacional e pedagógico aos estudantes”, explicou.

Ela também chamou atenção para a necessidade de fortalecer a comunicação com as famílias. Segundo a diretora, muitos responsáveis desconhecem que há profissionais como psicólogos e assistentes sociais atuando nas escolas. “Muita gente não sabe que tem a equipe, que tem psicólogos nas escolas. Essas famílias precisam pedir o atendimento. A gente está à disposição”, afirmou.

De acordo com Laura, o programa acompanha atualmente cerca de 5,7 mil estudantes da educação especial inclusiva na rede municipal. A plataforma utilizada pela equipe permite registrar intervenções, atendimentos, encaminhamentos e informações sobre os estudantes, facilitando o acompanhamento quando há mudança de escola.

Judicialização é apontada como um dos desafios

Outro ponto discutido durante a reunião foi a judicialização dos atendimentos. Laura explicou que decisões judiciais e laudos médicos muitas vezes determinam a contratação de profissionais ou cargas horárias específicas para estudantes, sem necessariamente considerar a avaliação realizada no ambiente escolar.

“A gente nunca quer a judicialização. A gente quer que a política funcione”, afirmou. Segundo ela, quando um profissional é destinado exclusivamente a uma criança por determinação judicial, pode haver dificuldades para atender outros estudantes que também necessitam de apoio.

A discussão também evidenciou a importância de diferenciar o papel da saúde daquele desempenhado pela educação. O assessor pedagógico da equipe de educação especial da Smed, André Vicente, reforçou que os CAMEsnão são unidades de atendimento clínico. “O CAME é para avaliação. É uma avaliação na perspectiva de que resulte em um trabalho educacional, não é atendimento clínico”, explicou.

André destacou ainda que a permanência do estudante na escola não depende exclusivamente da presença de um profissional de apoio. Segundo ele, questões relacionadas à saúde mental, às condições familiares e à própria capacidade de adaptação da criança ao ambiente escolar também precisam ser consideradas.

CAMEs fazem avaliação multidisciplinar

Laura detalhou o funcionamento dos quatro CAMEs, implantados em diferentes regiões da cidade. Os equipamentos contam com equipes multidisciplinares formadas por médicos, psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos, nutricionistas e assistentes sociais.

O encaminhamento ocorre a partir das escolas, por meio de profissionais responsáveis pelo estudo de caso. A avaliação é realizada por uma equipe multidisciplinar e busca identificar barreiras e necessidades educacionais, orientando posteriormente as estratégias que deverão ser desenvolvidas no ambiente escolar.

Atualmente, conforme os dados apresentados na reunião, 412 estudantes estão em processo de avaliação nos CAMEs. Desde o início do funcionamento dos equipamentos, foram registradas milhares de intervenções, avaliações e atendimentos às famílias.

Tanise ressaltou que a implantação dos centros representa um avanço para Porto Alegre, mas defendeu o acompanhamento permanente dos resultados. “Educação inclusiva não é apenas colocar a criança dentro da escola. É garantir que ela seja compreendida, acolhida, tenha suas potencialidades reconhecidas e tenha condições reais de aprender e se desenvolver”, afirmou.

Saúde aponta necessidade de integrar fluxos

Representando a Secretaria Municipal de Saúde, o diretor da Direção-Geral da pasta, Marcelo Lopes Fonseca, reconheceu que ainda existem dificuldades para estabelecer fluxos integrados entre saúde, educação e assistência social.

Segundo ele, a Secretaria vem trabalhando na organização de um passivo de demandas e na construção de critérios para qualificar a avaliação de casos complexos relacionados ao neurodesenvolvimento. “A gente ainda trava em normativas que não são tão claras no SUS”, explicou.

Marcelo destacou que a localização dos serviços também é um fator determinante para garantir o acesso. Para crianças que necessitam de atendimentos contínuos durante longos períodos, deslocamentos excessivos podem representar uma barreira adicional. “Dispersar os equipamentos de atendimento na cidade é tão essencial quanto o próprio atendimento”, afirmou.

O representante da Saúde também explicou que houve um período de transição na contratação de clínicas que vinham atendendo pacientes por decisões judiciais. Segundo ele, a Secretaria está trabalhando para regularizar os processos de contratualização e os pagamentos aos prestadores.

Tanise propõe visita aos CAMEs

Como encaminhamento, Tanise propôs que a COSMAM realize uma visita técnica a um dos Centros de Avaliação Multidisciplinar Educacional para conhecer de perto a estrutura e o funcionamento dos equipamentos.

A vereadora também destacou que pretende continuar acompanhando a implementação da política. “Nós queremos reconhecer o avanço que Porto Alegre deu, mas também acompanhar, fiscalizar e contribuir para que os CAMEs se consolidem como uma política pública efetiva, integrada e capaz de produzir resultados”, afirmou.

Para Tanise, a discussão representa justamente o papel do Legislativo no acompanhamento das políticas públicas. “A saúde mental começa na escola. Quando pensamos em prevenção e em como evitar tanto sofrimento e tantos transtornos mentais, precisamos olhar para a infância e para o ambiente escolar. Por isso, essa integração entre educação, saúde e assistência social é tão importante”, concluiu.

Categories

  • Artigos
  • Colo de Mãe
  • cosmam
  • Emenda Estadual
  • Emenda Federal
  • Emendas
  • FP – Defesa da Liberdade Religiosa e do Estado Laico
  • FP – Dependência Química
  • FP – Justiça Notarial e Registral
  • FP – Prevenção ao Suicídio e Automutilação
  • FP – Promoção à Saúde Mental
  • FP – Regulamentação da Lei Federal Nº 13.935/2019
  • FP- Apoio aos Neurodivergentes
  • Gestão
  • News

Recent Posts

Tanise Sabino articula posto avançado de Registro Civil para nova maternidade da Restinga
Tanise Sabino articula posto avançado de Registro Civil para nova maternidade da Restinga
18.08.2026 0 0
Vereadora Psicóloga Tanise Sabino visita Comunidade Terapêutica Gileade em São Sebastião do Caí
Vereadora Psicóloga Tanise Sabino visita Comunidade Terapêutica Gileade em São Sebastião do Caí
15.08.2026 0 0
Tanise Sabino homenageia Dr. Gerson Junqueira Jr. com título de Cidadão Emérito de Porto Alegre
Tanise Sabino homenageia Dr. Gerson Junqueira Jr. com título de Cidadão Emérito de Porto Alegre
14.08.2026 0 0

Tags

Assistência Social Autismo Ação Social educação emenda parlamentar formação Homenagem Lar literatura mulheres news post proposito psicólogos resilência saúde mental saúde mental resilência TEA Terceira Idade

Fale conosco

Tem uma pergunta, dúvida ou sugestão? Adoraríamos ouvir sua opinião. Por favor, use o formulário nesta página, ou o WhatsApp, e iremos responder a você o mais rápido possível.

Nosso número

(51) 3220-4236

Câmara de Vereadores – Av. Loureiro da Silva, 255 – Sala 239 – Porto Alegre/RS
contato@tanisesabino.com.br

Preencha o formulário

*